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Temperatura durante a fresagem óssea. Estudo comparativo das técnicas de irrigação.

Por: Colaborador(es): Tipo de material: ArtículoIdioma: Portugués Editor: 2021Descripción: 4 páginasTema(s): En: Revista da Associação Paulista de Cirugiões Dentistas v. 66 n. 2 (2012)Resumen: A fresagem óssea em implantodontia é um evento que demanda muito cuidado no que diz respeito ao controle da elevação da temperatura. Através da instalação de termopares, foram mensuradas as temperaturas máximas atingidas no osso medular e no osso cortical de fêmur bovino durante osteotomias para instalação de implantes osseointegrados. Foram realizadas 32 perfurações com profundidade de 15 mm, velocidade rotacional da broca em 1.200 rpm, torque de 35 N, carga de 2 Kg e brocas helicoidais de 2,0 mm de diâmetro. Para medir a temperatura do osso foram utilizados dois termopares tipo K acoplados a um termômetro digital portátil, sendo um na cortical óssea a 3 mm de profundidade (termopar 1), e o segundo a 15 mm de profundidade, no tecido ósseo medular (termopar 2). Em metade das perfurações foi utilizada a técnica de dupla irrigação que permite, além da irrigação externa ao osso, a passagem do líquido irrigante pelo interior da broca. Nas outras 16 perfurações foram utilizadas apenas a irrigação externa a fim de diminuir o calor gerado durante o preparo do local de instalação do implante. Os resultados comprovam que o aumento maior da temperatura está no osso cortical apesar da profundidade da perfuração e que, em comparação com a irrigação externa, a dupla irrigação é mais eficiente no controle do aquecimento durante as osteotomias, diminuindo o risco de superaquecimento e consequentes injúrias ósseas.
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A fresagem óssea em implantodontia é um evento que demanda muito cuidado no que diz respeito ao controle da elevação da temperatura. Através da instalação de termopares, foram mensuradas as temperaturas máximas atingidas no osso medular e no osso cortical de fêmur bovino durante osteotomias para instalação de implantes osseointegrados. Foram realizadas 32 perfurações com profundidade de 15 mm, velocidade rotacional da broca em 1.200 rpm, torque de 35 N, carga de 2 Kg e brocas helicoidais de 2,0 mm de diâmetro. Para medir a temperatura do osso foram utilizados dois termopares tipo K acoplados a um termômetro digital portátil, sendo um na cortical óssea a 3 mm de profundidade (termopar 1), e o segundo a 15 mm de profundidade, no tecido ósseo medular (termopar 2). Em metade das perfurações foi utilizada a técnica de dupla irrigação que permite, além da irrigação externa ao osso, a passagem do líquido irrigante pelo interior da broca. Nas outras 16 perfurações foram utilizadas apenas a irrigação externa a fim de diminuir o calor gerado durante o preparo do local de instalação do implante. Os resultados comprovam que o aumento maior da temperatura está no osso cortical apesar da profundidade da perfuração e que, em comparação com a irrigação externa, a dupla irrigação é mais eficiente no controle do aquecimento durante as osteotomias, diminuindo o risco de superaquecimento e consequentes injúrias ósseas.