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Eficácia do gelo e gás na determinação da sensibilidades pulpar antes e após a restaração

Por: Colaborador(es): Tipo de material: ArtículoIdioma: Portugués Editor: 2021Descripción: 6 páginasTema(s): En: Revista da Associação Paulista de Cirugiões Dentistas v. 66 n. 3 (2012)Resumen: O objetivo do presente estudo foi comparar a frequência de respostas positivas e negativas, bem como a intensidade da dor do paciente frente à aplicação térmica em 625 dentes humanos cariados antes e após os procedimentos restauradores. A intensidade dolorosa foi medida por meio da Escala Analógica Visual representada por uma régua calibrada em milímetros de 1 a 10. Antes de fazer a restauração aplicou-se o bastão de gelo e depois o gás refrigerante, para obtenção da resposta pulpar. Após a restauração, nova aplicação dos testes e avaliação da intensidade dolorosa valendo-se da referida escala. Os dados relativos antes e após os procedimentos restauradores foram tabulados analisando-se a frequência e percentual de respostas positivas e negativas e a intensidade dolorosa em leve, moderada e intensa. Ao comparar o bastão de gelo e gás refrigerante ocorreu diferença percentual de repostas positivas e negativas com significado estatístico (p=0,00001) o mesmo ocorrendo à intensidade da dor nos seus três níveis tanto antes como depois dos procedimentos restauradores. Concluiu-se que, o gás refrigerante comparado com o gelo, determinou maior número de frequências de respostas positivas tanto antes como depois dos procedimentos restauradores. O número de dentes com dor intensa antes dos procedimentos restauradores foi maior do que depois da restauração a aplicação do gelo como o gás refrigerante. Quanto à intensidade dolorosa moderada e leve verificou-se que antes de realizar a restauração os índices percentuais foram menores em relação à intensidade dolorosa depois dos procedimentos restauradores tanto a aplicação do gelo como o gás refrigerante.
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O objetivo do presente estudo foi comparar a frequência de respostas positivas e negativas, bem como a intensidade da dor do paciente frente à aplicação térmica em 625 dentes humanos cariados antes e após os procedimentos restauradores. A intensidade dolorosa foi medida por meio da Escala Analógica Visual representada por uma régua calibrada em milímetros de 1 a 10. Antes de fazer a restauração aplicou-se o bastão de gelo e depois o gás refrigerante, para obtenção da resposta pulpar. Após a restauração, nova aplicação dos testes e avaliação da intensidade dolorosa valendo-se da referida escala. Os dados relativos antes e após os procedimentos restauradores foram tabulados analisando-se a frequência e percentual de respostas positivas e negativas e a intensidade dolorosa em leve, moderada e intensa. Ao comparar o bastão de gelo e gás refrigerante ocorreu diferença percentual de repostas positivas e negativas com significado estatístico (p=0,00001) o mesmo ocorrendo à intensidade da dor nos seus três níveis tanto antes como depois dos procedimentos restauradores. Concluiu-se que, o gás refrigerante comparado com o gelo, determinou maior número de frequências de respostas positivas tanto antes como depois dos procedimentos restauradores. O número de dentes com dor intensa antes dos procedimentos restauradores foi maior do que depois da restauração a aplicação do gelo como o gás refrigerante. Quanto à intensidade dolorosa moderada e leve verificou-se que antes de realizar a restauração os índices percentuais foram menores em relação à intensidade dolorosa depois dos procedimentos restauradores tanto a aplicação do gelo como o gás refrigerante.