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Prevalê ncia de lesões cervicais não cariosas e da hiperesteaia dentinária em alunos de Odontologia.

Por: Colaborador(es): Tipo de material: ArtículoIdioma: Portugués Editor: 2020Descripción: 6 páginasTema(s): En: Revista da Associação Paulista de Cirugiões Dentistas v. 68 n. 1 (2014)Resumen: O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de lesões cervicais não cariosas (LCNCs) e de hiperestesia dentinária em estudantes do curso de Odontologia da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e registrar as variáveis bucais, comportamentais e sistêmicas comuns aos pacientes portadores. Foram examinados 80 alunos, utilizando um questionário como instrumento de coleta de dados. O exame clínico foi utilizado para verificar a presença de lesões na face vestibular de pré-molares e primeiros molares de todos os quadrantes, além da hiperestesia dentinária. A análise estatística foi analisada através do teste qui-quadrado com nível de significância de 5%. 77,5% apresentaram LCNCs, com média de 2,5 ± 2,8. O dente mais acometido foi o 1º pré-molar seguido do 2º pré-molar e do 1º molar. Quanto à hiperestesia dentinária houve diferença estatisticamente significante em um único elemento dentário (p=0,00540). Idade, hábitos parafuncionais, tipo de escova dental e dieta ácida não apresentaram relação com a presença das LCNCs. Assim, a ocorrência das LCNCs não pode ser atribuída a um único fator etiológico.
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O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de lesões cervicais não cariosas (LCNCs) e de hiperestesia dentinária em estudantes do curso de Odontologia da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e registrar as variáveis bucais, comportamentais e sistêmicas comuns aos pacientes portadores. Foram examinados 80 alunos, utilizando um questionário como instrumento de coleta de dados. O exame clínico foi utilizado para verificar a presença de lesões na face vestibular de pré-molares e primeiros molares de todos os quadrantes, além da hiperestesia dentinária. A análise estatística foi analisada através do teste qui-quadrado com nível de significância de 5%. 77,5% apresentaram LCNCs, com média de 2,5 ± 2,8. O dente mais acometido foi o 1º pré-molar seguido do 2º pré-molar e do 1º molar. Quanto à hiperestesia dentinária houve diferença estatisticamente significante em um único elemento dentário (p=0,00540). Idade, hábitos parafuncionais, tipo de escova dental e dieta ácida não apresentaram relação com a presença das LCNCs. Assim, a ocorrência das LCNCs não pode ser atribuída a um único fator etiológico.