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Análise morfoestrutural de biomateriais para auxílio no processo de identificação humana

Por: Colaborador(es): Tipo de material: ArtículoIdioma: Portugués Editor: 2019Descripción: 6 páginasTema(s): En: Revista da Associação Paulista de Cirugiões Dentistas v. 70 n. 3 (2016)Resumen: O objetivo do estudo foi avaliar as alterações de biomateriais restauradores e protéticos submetidos a temperaturas elevadas para o estabelecimento de parâmetros físicos que auxiliem nos casos de identificação humana em corpos carbonizados. A amostra do estudo experimental in vitro foi composta por 40 corpos de prova dividida em quatro grupos: GI (corpos de prova de cimentos de iônomero de vidro químico), GII (amálgama de prata), GIII (resina composta híbrida) e GIV (liga de cobre alumínio). Os corpos de prova foram submetidos a temperaturas de 300°C, 500°C, 700°C e 900°C. Após a incineração, os biomateriais foram submetidos a análises macroscópicas sobre as modificações de estrutura, coloração, forma e estabilidade dimensional e os dados analisados pela Análise de Variância e teste de Dunn (p<0,05). Os dados obtidos demonstraram em relação à radiopacidade uma diferença estatisticamente significante para as médias de densidade radiográfica no GI entre as temperaturas 700°C e 900°C; GIV entre as temperaturas 300°C e 900°C; 500° e 900°C. O GII atingiu seu ponto de fusão à 700ºC com aspecto pulverulento e lojas isoladas de mercúrio a 900°C. O GIII apresentou mudança estrutural nas temperaturas à 700°C e 900°C. No GIV não se constatou modificações relevantes. Assim, pode-se coligir que a resina composta micro hibrida e o amálgama apresentam severas alterações morfoestruturais enquanto o ionômero de vidro e o cobre alumínio não sofrem mudanças significativas em suas características originais. As alterações sofridas pelos materiais fornecem dados relevantes para o auxilio no processo de identificação humana de corpos carbonizados.
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O objetivo do estudo foi avaliar as alterações de biomateriais restauradores e protéticos submetidos a temperaturas elevadas para o estabelecimento de parâmetros físicos que auxiliem nos casos de identificação humana em corpos carbonizados. A amostra do estudo experimental in vitro foi composta por 40 corpos de prova dividida em quatro grupos: GI (corpos de prova de cimentos de iônomero de vidro químico), GII (amálgama de prata), GIII (resina composta híbrida) e GIV (liga de cobre alumínio). Os corpos de prova foram submetidos a temperaturas de 300°C, 500°C, 700°C e 900°C. Após a incineração, os biomateriais foram submetidos a análises macroscópicas sobre as modificações de estrutura, coloração, forma e estabilidade dimensional e os dados analisados pela Análise de Variância e teste de Dunn (p<0,05). Os dados obtidos demonstraram em relação à radiopacidade uma diferença estatisticamente significante para as médias de densidade radiográfica no GI entre as temperaturas 700°C e 900°C; GIV entre as temperaturas 300°C e 900°C; 500° e 900°C. O GII atingiu seu ponto de fusão à 700ºC com aspecto pulverulento e lojas isoladas de mercúrio a 900°C. O GIII apresentou mudança estrutural nas temperaturas à 700°C e 900°C. No GIV não se constatou modificações relevantes. Assim, pode-se coligir que a resina composta micro hibrida e o amálgama apresentam severas alterações morfoestruturais enquanto o ionômero de vidro e o cobre alumínio não sofrem mudanças significativas em suas características originais. As alterações sofridas pelos materiais fornecem dados relevantes para o auxilio no processo de identificação humana de corpos carbonizados.