| 000 | 01855nab a2200253 a 4500 | ||
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| 003 | AR-ReUNN | ||
| 005 | 20260702004726.0 | ||
| 008 | 260701s2021 ag |||||||||||||||||por | ||
| 041 | 0 | _apor | |
| 100 | 1 |
_aFuck, Marcos Paulo _9197999 |
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| 700 | 1 |
_aBonacelli, Maria Beatriz _9198000 |
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| 245 | 1 | 0 | _aSementes geneticamente modificadas: (in)segurança e racionalidade na adoção de transgênicos no Brasil e na Argentina |
| 264 | 1 | _c2021 | |
| 300 | _a22 páginas | ||
| 500 | _aArtículo | ||
| 520 | _aEsse artigo analisa as principais questões relacionadas ao processo de introdução de sementes geneticamente modificadas no Brasil e na Argentina, com especial atenção às variedades de soja transgênica resistentes ao herbicida à base de glifosato – a soja Rondup Ready (RR). Os dois países adotaram estratégias distintas em relação à introdução dessa nova tecnologia em seu território: a Argentina adotou uma política liberalizante, apostando nos transgênicos como forma de ampliação de sua competitividade agrícola; o Brasil adotou uma postura mais cautelosa, mas acabou por liberar o plantio da soja RR em função, entre outras coisas, da já expressiva utilização dessas sementes pelos produtores rurais (que adquiriram as sementes no mercado paralelo). A discussão realizada no artigo aponta para a necessidade de políticas públicas que sejam claras em relação à regulamentação da produção e comercialização de sementes geneticamente modificadas, tomando esses dois casos para ilustrar o debate. | ||
| 650 | 4 |
_aOrganismos Geneticamente Modificados _923113 |
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| 650 | 4 |
_aPesquisa Agricola _9198001 |
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| 650 | 4 |
_aReglamentaçao _9198002 |
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| 773 | 0 |
_tRevista Iberoamericana de Ciencia, Tecnología, Sociedad _x1668-0030 _gv. 4 n. 12 (2009) _w257421 |
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| 942 | _cART | ||
| 035 | _a(ODN)64591 | ||
| 001 | 265693 | ||
| 999 |
_c265693 _d265693 |
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| 040 |
_aAR-ReUNN _bspa _cAR-ReUNN _eaacr2 |
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