| 000 | 02680nab a2200289 a 4500 | ||
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| 003 | AR-ReUNN | ||
| 005 | 20260702004701.0 | ||
| 008 | 260701s2020 ag |||||||||||||||||por | ||
| 041 | 0 | _apor | |
| 100 | 1 |
_aDuarte da Conceição, Mauricio _9196548 |
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| 700 | 1 |
_aSalgueiredo Gidice, Fernanda _9196549 |
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| 700 | 1 |
_aSassa Marocchio, Luciana _9196550 |
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| 245 | 1 | 0 | _aPerfil psicopatológico e alterações comportamentais em pacientes com \nqueixa de halitose : uma revisão. |
| 264 | 1 | _c2020 | |
| 300 | _a8 páginas | ||
| 520 | _aO objetivo do presente trabalho é avaliar, através de uma revisão da literatura, dois aspectos importantes no tratamento do mau hálito: perfil psicopatológico e alterações comportamentais em pacientes com queixa em ter halitose. Materiais e Métodos: realizou-se consultas a livros sobre o tratamento da halitose e a artigos científicos em bancos de dados on-line (PubMed e Bireme), publicados entre os anos de 1957 e 2014, englobando pacientes com mau hálito e também pacientes que não têm halitose, mas apresentam queixa em tê-la. Síntese de dados: a halitose já foi associada a diversas psicopatologias como transtorno de ansiedade social (TAS), fobia específica, síndrome de referência olfatória, dismorfofobia e transtorno obsessivo compulsivo. Outro aspecto importante mencionado na literatura é que pacientes com queixa em ter halitose frequentemente desenvolvem inúmeras alterações comportamentais devido a, por exemplo, sofrer com o problema por longos períodos sem relatá-lo a ninguém, ou por terem uma forte convicção em ter mau hálito, quando na realidade não o têm. Conclusão: tanto pacientes com halitose real como os que têm queixa em ter mau hálito, porém sem evidências de sua presença, são candidatos ao tratamento da halitose, cujos objetivos essenciais são restabelecer um hálito agradável bem como a segurança dos pacientes. Importantes publicações reforçam ser fundamental que os protocolos de tratamento da halitose incluam uma abordagem psicológica, voltada em especial para o TAS. Para os casos refratários, em que a insegurança dos pacientes é difícil de tratar, há indicação de encaminhamento para psicólogos e/ou psiquiatras visando um tratamento multiprofissional. | ||
| 650 | 4 |
_aPsicopatología _9404 |
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| 650 | 4 |
_aAutoimagen _9177641 |
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| 650 | 4 |
_aTranstorno Fobicos _9196551 |
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| 650 | 4 |
_aProtocolos Clinicos _9195289 |
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| 650 | 4 |
_aHalitosis _9169057 |
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| 650 | 4 |
_aEstomatología _9166405 |
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| 773 | 0 |
_tRevista da Associação Paulista de Cirugiões Dentistas _x0004-5276 _gv. 68 n. 1 (2014) _w257920 |
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| 942 | _cART | ||
| 035 | _a(ODN)64181 | ||
| 001 | 265328 | ||
| 999 |
_c265328 _d265328 |
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| 040 |
_aAR-ReUNN _bspa _cAR-ReUNN _eaacr2 |
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