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003 AR-ReUNN
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008 260701s2019 ag |||||||||||||||||por
041 0 _apor
100 1 _aBresciani, Eduardo
_9178914
700 1 _aMarco Ferraz Caneppele, Taciana
_9195508
245 1 0 _aResinas bulk-fill – O estado da arte
264 1 _c2019
300 _a7 páginas
520 _aApesar de as resinas compostas serem amplamente utilizadas, as mesmas ainda apresentam propriedades a serem melhoradas para um desempenho clínico estendido. A contração de polimerização, resultando em estresse na interface dente-restauração, talvez seja a principal característica a ser melhorada. Assim surgiram as resinas bulk-fill, ou de preenchimento único. Não se sabe se estas resinas devem ou podem substituir as resinas atuais, geralmente de nanotecnologia. Com isso, o objetivo desta revisão é situar o leitor frente às informações disponíveis sobre estas resinas, tanto em estudos laboratoriais quanto em estudos clínicos. Foram selecionados artigos científicos dos anos de 2014, 2015 e 2016, disponíveis no Pubmed, contendo trabalhos que comparassem as resinas bulk com resinas convencionais, para que o panorama atual pudesse ser traçado. Os resultados in vitro mostram uma tendência de contração de polimerização e geração de estresse maior para as resinas bulk fluidas, enquanto que as resinas bulk de consistência regular geralmente apresentam valores de contração e geração de estresse similar às resinas convencionais. Para o grau de conversão em 4mm de profundidade, a maioria dos estudos relata que as resinas atingem fotoativação adequada. Para a resistência flexural, há distribuição similar entre resultados inferiores e similares/superiores para as bulk-fill. Para a fenda e deflexão de cúspide, a grande maioria relata resultados similares ou superiores quando da comparação com resinas convencionais. Os estudos clínicos, com avaliação de 1 a 5 anos, mostram similaridade de comportamento tanto para as resinas bulk-fill fluidas ou regulares. Conclui-se que este novo grupo de materiais representa uma possibilidade para restaurações diretas, principalmente pela facilidade de técnica e similaridade de propriedades em comparação com as resinas convencionais. Não se sabe frente ao exposto, se estes materiais devem ou podem substituir as resinas convencionais, sendo que mais estudos e controles clínicos maiores são necessários.
650 4 _aResina Compuesta
_9169836
650 0 _aPropiedades mecánicas
_929069
650 4 _aBrecha Marginal
_9195509
650 4 _aEvaluación Clinica
_9167611
773 0 _tRevista da Associação Paulista de Cirugiões Dentistas
_x0004-5276
_gv. 70 n. 3 (2016)
_w257920
942 _cART
035 _a(ODN)63388
001 264678
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040 _aAR-ReUNN
_bspa
_cAR-ReUNN
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