| 000 | 02457nab a2200253 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 003 | AR-ReUNN | ||
| 005 | 20260702004639.0 | ||
| 008 | 260701s2019 ag |||||||||||||||||por | ||
| 041 | 0 | _apor | |
| 100 | 1 |
_aDel Santo, Marhino _9195471 |
|
| 700 | 1 |
_aJacob, Hedler _9195472 |
|
| 700 | 1 |
_aBósio, José a. _9195473 |
|
| 245 | 1 | 2 | _aO desafio do tratamento ortodôntico do paciente com fenótipo facial hiperdivergente |
| 264 | 1 | _c2019 | |
| 300 | _a6 páginas | ||
| 520 | _aObjetivo: o artigo visa informar aos profissionais da área de Ortodontia os desafios de se diagnosticar e tratar pacientes que apresentem fenótipo facial hiperdivergente. Materiais e métodos: através de revisão sistemática da literatura, via PubMed e Google Acadêmico, identificou-se os melhores artigos, descritivos e experimentais, nas áreas relacionadas. Dessa seleção, 30 artigos foram revisados e discutidos. Resultados: embora a prevalência de fenótipos faciais hiperdivergentes na população dos EUA (por falta de dados referentes à população brasileira) seja bastante pequena, seu diagnóstico e tratamento são desafiadores. Os principais fatores causais envolvidos em seu desenvolvimento são: a) genéticos; b) epigenéticos e; c) ambientais. A postura mandibular tem um papel fundamental no estabelecimento deste tipo facial, e algumas características morfológicas são patognomônicas: a) excessiva altura facial anterior inferior; b) falta de altura facial posterior; c) ângulo goníaco aberto; d) rotação mandibular desfavorável; e) plano oclusal inclinado anteriormente para baixo; f) sínfise mentoniana aumentada e fina e; g) ossos corticais mais delgados, tanto na maxila como na mandíbula. Além disso, esses indivíduos apresentam funções respiratória e mastigatória deficientes. Em geral, apresentam mordida aberta anterior e possivelmente mordida cruzada posterior. Conclusão: o estabelecimento do fenótipo facial hiperdivergente é complexo e multifatorial. A ocorrência de fenômenos morfofuncionais severos sequenciais é difícil de ser controlada ou revertida e as possibilidades terapêuticas são, na melhor das hipóteses, limitadas e ainda experimentais. | ||
| 650 | 4 |
_aOrtodoncia _910277 |
|
| 650 | 4 |
_aCara _912378 |
|
| 650 | 4 |
_aMandibula _910268 |
|
| 773 | 0 |
_tRevista da Associação Paulista de Cirugiões Dentistas _x0004-5276 _gv. 70 n. 2 (2016) _w257920 |
|
| 942 | _cART | ||
| 035 | _a(ODN)63377 | ||
| 001 | 264668 | ||
| 999 |
_c264668 _d264668 |
||
| 040 |
_aAR-ReUNN _bspa _cAR-ReUNN _eaacr2 |
||