02679nab a2200277 a 4500003000900000005001700009008004100026041000800067100003800075700003300113700002900146245011800175264000900293300001600302520180700318650002102125650001502146650002302161650002402184650001402208650002002222773010202242035001502344001000702359040003502366AR-ReUNN20260702004701.0260701s2020 ag |||||||||||||||||por 0 apor1 aDuarte da Conceição, Mauricio1 aSalgueiredo Gidice, Fernanda1 aSassa Marocchio, Luciana10aPerfil psicopatológico e alterações comportamentais em pacientes com \nqueixa de halitose : uma revisão. 1c2020 a8 páginas aO objetivo do presente trabalho é avaliar, através de uma revisão da literatura, dois aspectos importantes no tratamento do mau hálito: perfil psicopatológico e alterações comportamentais em pacientes com queixa em ter halitose. Materiais e Métodos: realizou-se consultas a livros sobre o tratamento da halitose e a artigos científicos em bancos de dados on-line (PubMed e Bireme), publicados entre os anos de 1957 e 2014, englobando pacientes com mau hálito e também pacientes que não têm halitose, mas apresentam queixa em tê-la. Síntese de dados: a halitose já foi associada a diversas psicopatologias como transtorno de ansiedade social (TAS), fobia específica, síndrome de referência olfatória, dismorfofobia e transtorno obsessivo compulsivo. Outro aspecto importante mencionado na literatura é que pacientes com queixa em ter halitose frequentemente desenvolvem inúmeras alterações comportamentais devido a, por exemplo, sofrer com o problema por longos períodos sem relatá-lo a ninguém, ou por terem uma forte convicção em ter mau hálito, quando na realidade não o têm. Conclusão: tanto pacientes com halitose real como os que têm queixa em ter mau hálito, porém sem evidências de sua presença, são candidatos ao tratamento da halitose, cujos objetivos essenciais são restabelecer um hálito agradável bem como a segurança dos pacientes. Importantes publicações reforçam ser fundamental que os protocolos de tratamento da halitose incluam uma abordagem psicológica, voltada em especial para o TAS. Para os casos refratários, em que a insegurança dos pacientes é difícil de tratar, há indicação de encaminhamento para psicólogos e/ou psiquiatras visando um tratamento multiprofissional. 4aPsicopatología 4aAutoimagen 4aTranstorno Fobicos 4aProtocolos Clinicos 4aHalitosis 4aEstomatología0 tRevista da Associação Paulista de Cirugiões Dentistasx0004-5276gv. 68 n. 1 (2014)w257920 a(ODN)64181265328 aAR-ReUNNbspacAR-ReUNNeaacr2