02561nab a2200265 a 4500003000900000005001700009008004100026041000800067100003100075700002600106700003100132245009200163264000900255300001600264520177000280650002202050650001602072650002102088773010202109942000802211035001502219001000702234999001902241040003502260AR-ReUNN20260702004639.0260701s2019 ag |||||||||||||||||por 0 apor1 aDel Santo, Marhino91954711 aJacob, Hedler91954721 aBósio, José a.919547312aO desafio do tratamento ortodôntico do paciente com fenótipo facial hiperdivergente 1c2019 a6 páginas aObjetivo: o artigo visa informar aos profissionais da área de Ortodontia os desafios de se diagnosticar e tratar pacientes que apresentem fenótipo facial hiperdivergente. Materiais e métodos: através de revisão sistemática da literatura, via PubMed e Google Acadêmico, identificou-se os melhores artigos, descritivos e experimentais, nas áreas relacionadas. Dessa seleção, 30 artigos foram revisados e discutidos. Resultados: embora a prevalência de fenótipos faciais hiperdivergentes na população dos EUA (por falta de dados referentes à população brasileira) seja bastante pequena, seu diagnóstico e tratamento são desafiadores. Os principais fatores causais envolvidos em seu desenvolvimento são: a) genéticos; b) epigenéticos e; c) ambientais. A postura mandibular tem um papel fundamental no estabelecimento deste tipo facial, e algumas características morfológicas são patognomônicas: a) excessiva altura facial anterior inferior; b) falta de altura facial posterior; c) ângulo goníaco aberto; d) rotação mandibular desfavorável; e) plano oclusal inclinado anteriormente para baixo; f) sínfise mentoniana aumentada e fina e; g) ossos corticais mais delgados, tanto na maxila como na mandíbula. Além disso, esses indivíduos apresentam funções respiratória e mastigatória deficientes. Em geral, apresentam mordida aberta anterior e possivelmente mordida cruzada posterior. Conclusão: o estabelecimento do fenótipo facial hiperdivergente é complexo e multifatorial. A ocorrência de fenômenos morfofuncionais severos sequenciais é difícil de ser controlada ou revertida e as possibilidades terapêuticas são, na melhor das hipóteses, limitadas e ainda experimentais. 4aOrtodoncia910277 4aCara912378 4aMandibula9102680 tRevista da Associação Paulista de Cirugiões Dentistasx0004-5276gv. 70 n. 2 (2016)w257920 cART a(ODN)63377264668 c264668d264668 aAR-ReUNNbspacAR-ReUNNeaacr2