03178nab a2200301 a 4500003000900000005001700009008004100026041000800067100004000075700002800115700002900143700004100172245012200213264000900335300001600344520219000360650004102550650002802591650001802619650001902637650003402656773010202690942000802792035001502800001000702815999001902822040003502841AR-ReUNN20260702004637.0260701s2019 ag |||||||||||||||||por 0 apor1 aBorin Scutti, Jorge Augusto91953441 aPineda, Mariana91953451 aEmerick, Enos Jr91953461 aRodrigues de Almeida, Eliete919534710aCarcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço (HNSCC): desvendando os mistérios do microambiente tumoral 1c2019 a8 páginas aEste artigo refere-se à uma revisão sobre o carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço (HNSCC), o qual está envolvido em cerca de 90% dos cânceres de cabeça e pescoço, originado do revestimento escamoso da superfície das mucosas do trato aerodigestivo superior, incluindo cavidade oral, faringe, laringe e trato sinonasal. Atualmente, o HNSCC apresenta-se como o sexto tipo de câncer mais comum no mundo, sendo que apenas 50% dos pacientes permanecem vivos por 5 anos, após o diagnóstico. Devido à sua distribuição acelerada e alta prevalência, este tipo de câncer tornou-se, nas últimas décadas, uma das principais ameaças para a saúde pública. Seu desenvolvimento e progressão vem ganhando um destaque especial, considerando-se as novas descobertas relacionadas à instabilidade no cerne da genômica e epigenômica, metabolômica, remodelamento celular e fatores de risco associados, principalmente com o envolvimento de infecções virais e, mais recentemente, aos aspectos imunológicos inerentes ao microambiente tumoral (TME), principalmente o perfil celular (fibroblastos associados ao câncer, linfócitos T reguladores, linfócitos e macrófagos com perfil imunossupressor Th2 e M2, respectivamente e neutrófilos associados ao tumor) e o perfil humoral (quimiocinas, citocinas imunossupressoras tais como TGF-B, IL-13, IL-10, proteínas responsáveis pela quebra da matrix extracelular–metaloproteases e fatores que contribuem para o desenvolvimento e progressão tumoral mediados pela angiogênese, tais como EGF e VEGF). Nos próximos anos, a compreensão da imunobiologia do HNSCC será paralelamente acompanhada de importantes avanços na detecção precoce de pacientes de alto risco, baseada na identificação de biomarcadores, na manipulação do sistema imune e na compreensão da farmacogenômica. Estratégias baseadas na imunoterapia, as quais têm sido utilizadas com sucesso em diversos tipos de câncer, podem contribuir positivamente para a reeducação de alguns componentes do microambiente e reduzir as graves consequências associadas a este tipo de malignidade. 4aPatología Bucomaxilofacial9190780 4aCarbonización9169377 4aCabeza912892 4aCuello9117703 4aMicroambiente Tumoral91953480 tRevista da Associação Paulista de Cirugiões Dentistasx0004-5276gv. 70 n. 2 (2016)w257920 cART a(ODN)63250264557 c264557d264557 aAR-ReUNNbspacAR-ReUNNeaacr2